Autor: Vitor Santos

Oi, eu sou o Vitor! Desenvolvedor Full Stack e Co-fundador da Crewativa Agência. Me deram poderes de escrever nesse blog - e com grandes poderes você sabe - busco sempre informações relevantes de programação e tecnologia. Notícias Fake, You shall not pass!

O que é Branding: aprenda como fazer uma gestão de marca incrível

 

Branding é o trabalho de gestão de marca realizado com o objetivo de torná-la mais conhecida, desejada e positiva na mente e no coração dos seus consumidores. O Branding, ou brand management, envolve ações relacionadas ao propósito, valores da marca e o seu posicionamento, gerando uma conexão com o público de modo a influenciar suas decisões de compra.

Estamos inseridos em um movimento mundial de consumo que força empresas a pensarem meticulosamente em cada passo. Cada estratégia e ação de marketing elaboradas podem ecoar por todos os cantos da cidade, do estado, do país ou até do mundo.

Não só isso, o mercado e muitos dos seus concorrentes já estão nesse movimento de entender que resultados não são criados da noite para o dia, mas são conquistados com uma estratégia coerente e relevante de ponta a ponta. Em suma, esse é um trabalho de gestão de uma marca, o chamado Branding. 

Essa estratégia vem sendo trabalhada pelas maiores empresas do mundo há algum tempo. Quem nunca associou felicidade à Coca-Cola, ou quando leu a frase “Just do it” já sabia qual empresa assinava aquela propaganda? Ou até mesmo quando viu uma postagem roxa no feed, já se preparou para um conteúdo do Nubank? 

Engana-se quem acredita que essa estratégia é só para grandes empresas, ou que elas construíram isso de repente. Tudo é parte de um processo complexo de gestão que não traz resultados imediatos, mas produz frutos duradouros. 

Quer saber mais sobre o Branding e como trabalhá-lo para que sua empresa não seja só mais uma no mercado? Continue com a gente! 

O que é Branding? 

O Branding é uma forma de gerir as estratégias de marca de uma determinada empresa. Essa gestão de marca inclui um planejamento a longo prazo e criação e gerenciamento dos elementos de sua identidade visual para, assim, conseguir potencializar a percepção da sua empresa na mente dos consumidores. 

Em suma, o Branding trabalha com o conceito de que uma marca precisa ser planejada, estruturada, gerida e promovida. Todos esses processos que englobam fazer uma gestão de marca fazem parte desse trabalho. 

O objetivo é assegurar que todos seus stakeholders entendam seu posicionamento, aumentar sua relevância no mercado, potencializar sua visibilidade e fazer com que sua empresa tenha uma boa reputação com seu público. São estratégias que garantem que sua empresa cresça de maneira sustentável. 

Branding é garantir que seu negócio vai crescer de forma inteligente e duradoura, sempre voltado para o que sua marca é e como quer ser percebida. Vamos entender um pouco mais sobre isso.

O que é uma marca? 

Uma marca não é só um logotipo, um nome ou uma identidade visual. Ela é um conjunto de sentimentos e experiências que o seu público teve e criou do produto ou serviço que você oferece. 

Muitas vezes esse processo é individual, no qual cada pessoa entende sua marca de uma maneira distinta. Essa perspectiva será sempre baseada nos contextos sociais, culturais, econômicos de cada indivíduo e, principalmente, nas experiências que tiveram com sua empresa.

É justamente por isso que uma estratégia de Branding se faz essencial. Você nunca terá controle total sobre como sua empresa será percebida, o que faz com que você tenha que se diferenciar da concorrência, criando uma marca única e que entregue experiências incríveis do início ao fim. 

Uma marca é o que diferencia empresas de sucesso de muitas outras que ficam pelo caminho.

Por que o Itaú conseguiu ser uma das maiores instituições financeiras do mundo? Tenho certeza que você lembra do “Feito para você”, que é muito mais do que uma tagline, um slogan, mas uma representação de uma gestão focada no cliente e em suas necessidades. 

Marcas precisam de valores, de um propósito que vai guiar todas suas ações, desde a concepção de um produto até como ele será promovido em qualquer canal de comunicação.

Quando isso é bem feito, o consumidor sente e sua empresa vira líder de mercado, assim como o Itaú é hoje. Então, como fazer esse tipo de gestão de marca que vai te deixar à frente dos concorrentes?

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Como fazer uma gestão de marca? 

Você já deve ter percebido toda a complexidade que envolve uma marca. Fazer a gestão dela, portanto, não poderia ser diferente. 

Toda empresa deve possuir muitos canais de comunicação e muitos profissionais envolvidos, desde colaboradores a fornecedores. Além disso, precisa conseguir, no meio de tudo isso, atrair clientes. Para garantir que você atinja esse objetivo final, você precisa entender, desde o início, quem é sua empresa e quais são os valores dela. 

Sua marca precisa ter uma identidade forte e coerente que vai ajudar a comunicar isso, auxiliando a potencializar e gerenciar como seu público enxerga o que você está construindo.

Por fim, sua estratégia de Branding deve assegurar que você vai conseguir promover a sua marca para garantir mais destaque para a sua empresa e torná-la líder de mercado. 

São essas estratégias que vamos ajudar você a criar. Vamos ver alguns passos essenciais para esse processo?

Crie uma plataforma de marca 

A primeira etapa para se gerir uma marca é, sem dúvidas, dar um passo para trás e entender do que ela é feita. Em que bases ela foi fundada? O que ela promete entregar para o mundo? O que faz ela ser única? 

Uma plataforma de marca é um conjunto de componentes únicos de sua marca que vão ajudar seus consumidores a se conectarem com ela. Como consequência, isso vai ajudar a comunicar melhor sua essência. 

Alguns dos principais pontos que qualquer plataforma de marca precisa englobar são o propósito de sua marca, sua promessa, seus atributos e seu posicionamento. 

Propósito

Um propósito nada mais é do que sua razão de existir. Por que sua marca precisa existir? Por que ela foi criada? 

Nessa etapa, é extremamente valioso voltar o olhar para o momento de criação da sua empresa. O que estava na cabeça de seus fundadores? O que eles queriam transformar no mercado quando criaram sua empresa? 

Muitas vezes, esse propósito vai vir como uma frase que acompanha o logo, e acaba se tornando um tagline ou um slogan da marca. O propósito da Airbnb, marketplace de acomodações e hospedagem, é acreditar que é possível existir um mundo onde as pessoas podem pertencer a qualquer lugar. 

propósito da airbnb

Criando a Airbnb, seus fundadores acreditavam que isso era possível e que o Airbnb seria um dos precursores em fazer isso acontecer. 

Muitas vezes um propósito vem muito forte desde o princípio da empresa, nos colaboradores iniciais. No caso do Airbnb, por outro lado, essa finalidade do jeito que vemos hoje só veio a existir quatro anos depois. Esse processo é explicado neste texto de Douglas John Atkin, um dos responsáveis por criar esse universo da marca da Airbnb.

Se você não entende hoje qual é o propósito da sua marca, uma boa ideia pode ser conversar com seus colabores e consumidores e entender o porquê deles se conectarem e acreditarem em sua empresa. Depois disso, fica mais fácil chegar em um ponto que vai parecer perfeito para sua marca e sua história. 

Lembre-se de escutar antes de criar. O resultado sempre será mais autêntico, assim como foi para o Airbnb, o que eles comunicam incrivelmente neste vídeo: 

Promessa de Marca

A promessa de marca funciona como um manifesto. É o resumo do que você se compromete a fazer na prática para que o seu propósito se torne uma realidade. 

Muitas vezes, a promessa de marca é o que vemos sendo comunicado pelas marcas. Enquanto o propósito é um processo interno de descobrir e entender como você pode impactar o mundo. Uma promessa torna isso palpável. 

Citando a Nike novamente, eles acreditam que qualquer pessoa é um atleta. Eles estão comprometidos a transformar e criar um mundo melhor e mais sustentável para as pessoas, o planeta e as comunidades por meio do poder esporte. No último trecho da frase está a parte mais importante: como eles vão fazer isso? — por meio do esporte. Essa é a promessa.

Se pegarmos uma página do Golden Circle, de Simon Sinek, entendemos claramente que o propósito é o porquê, e a promessa é o como.

Atributos de Marca

Uma vez entendidos o propósito e a plataforma, hora de falarmos sobre os atributos de marca. Estas características fazem parte da jornada, mostram o jeito único de sua marca caminhar para atingir seu objetivo final. 

Marcas extraordinárias têm propósitos e promessas únicas. Apesar disso, o que muitas vezes diferencia os grandes e os medíocres é como eles fazem para chegar aonde querem. Aqui, os meios são tão importantes quanto os resultados. 

De forma clara, os atributos são características da sua marca. São valores que para ela são inegociáveis e que ditam desde a forma como você se comunica até a forma como seus colaboradores trabalham. 

Há alguns anos, o Asana, plataforma de gestão de processos empresariais, passou por um processo de entender novamente e recriar sua marca, um rebranding.

Neste processo, explicado detalhadamente aqui, a empresa criou seus atributos de marca, que funcionam como aspectos de personalidade, como se ela fosse uma pessoa. 

Após muita pesquisa com funcionários para entender o que tornava o Asana único em sua forma de atuar, eles chegarem a este resultado:

asana

Claros e orientados à ação, esses atributos ajudaram toda a empresa a entender o que era esperado de sua comunicação e comportamento. Foi um grande sucesso para eles, e pode ser para sua empresa também. 

Posicionamento

Já sabemos que precisamos de um propósito para entender porque existimos, e que uma promessa de marca torna tudo mais palpável. Sabemos também que atributos de marca ajudam a humanizar uma marca e a alinhar expectativas. Falta falarmos sobre o posicionamento de marca. 

De acordo com Kotler, um dos pais do Marketing, um posicionamento é o ato de criar um entendimento de oferta e imagem que define o espaço do mercado que sua marca vai ocupar e como ela vai ser percebida pelos consumidores. 

Para entender o seu posicionamento, você precisa primeiro pensar em seus objetivos de negócio e qual o real valor que sua empresa e seu produto entregam. É a partir daí que você começa a pensar no seu posicionamento. 

Um posicionamento pode ser focado em inovação, por exemplo. Esse tipo é muitas vezes ligado a uma ideia de disrupção.

Vejamos, como exemplo, a Uber. Quando chegou ao mercado, seu posicionamento era claramente focado em inovação, em mudar o jeito como nos relacionamos com o transporte.

Todas suas movimentações de mercado eram focadas em mostrá-lo como a nova opção para transporte, sempre se associando a modernidade, enquanto as outras modalidades de deslocamento eram obsoletas. 

Com o avanço de outros concorrentes com modelos de negócios parecidos, a Uber teve que se adaptar a um posicionamento de diferenciação. Seja focado em segurança, preço, ou melhor experiência para o usuário, o que acreditarem que é um valor único do seu serviço. 

Um posicionamento é, então, entender o seu mercado, o que seus consumidores precisam e querem. A partir daí, olhar para dentro da sua empresa e entender como seu produto consegue se fazer presente e relevante nesse cenário. 

Tenha uma identidade forte e coerente

Ter uma identidade de marca é o que faz com que grandes empresas sejam reconhecidas com apenas uma cor ou um ícone. Mais do que criar um nome forte e um logotipo criativo, é criar um universo para sua marca, que seja relacionável e único.  

O primeiro passo é, indiscutivelmente, criar um nome e um logotipo para sua empresa, o que você provavelmente já tem. Se não, pode usar esses dois guias que já produzimos para te guiar ao desenvolver um nome para sua empresa ou criar um logotipo.  

Vamos focar nosso olhar em alguns outros pontos que você talvez não tenha dado atenção e que também são muito relevantes no seu processo de Branding.

Identidade Visual

Sim, o logotipo faz parte de uma identidade visual. Ele, no entanto, é só uma ponta de um ecossistema de elementos que ajudam a dar consistência para toda sua comunicação visual. Os elementos que geralmente compõem uma identidade visual são três.

Vejamos a seguir! 

Cores 

As cores ajudam deixar sua identidade mais do que só atrativa. São elas que conseguem se aliar a qualquer comunicação da sua empresa e auxiliá-la a atingir seus objetivos

Você já deve ter ouvido falar de psicologia das cores, então, sabe que cada cor passa uma determinada ideia e desperta determinados sentimentos. Por isso, ao escolher quais serão suas cores institucionais, é importante voltar nos atributos da sua marca. Quais cores vão ajudar a comunicar aqueles atributos? 

É importante lembrar que esse não é um processo somente de escolha mas, também, de manutenção. A cor roxa não ficou associada ao Nubank e o laranja ao Itaú da noite para o dia. Esse é um trabalho de repetição e atenção aos detalhes. 

Eis um bom exemplo: em qualquer momento que você entrar no Instagram do Nubank ele estará exatamente assim, todo roxo. Essa é uma forma de fortalecer a identidade da fintech, trabalhando na manutenção desse universo de cores na mente do seu público. 

nubank branding

Ícones, símbolos e ilustrações

O logotipo é certamente o símbolo mais reconhecido em uma marca, mas existem outros itens que dão suporte a uma identidade. Aqui falamos mais sobre a maneira como eles são feitos do que necessariamente símbolos ou ícones específicos. 

Aqui na Rock, por exemplo, trabalhamos muito com ilustrações. Elas são uma forma de nos ajudar a construir uma identidade de apoio à nossa identidade institucional. 

Nossas ilustrações, principalmente as do nosso blog, são focadas em mostrar pessoas reais. Uma técnica que utilizamos para isso é a aplicação de granulação nas imagens para adicionar textura e deixá-las mais humanas. É isso que guia essa parte da nossa identidade. 

Para sua empresa, podem ser figuras geométricas, mais arredondadas ou mais quadradas, símbolos reconhecidos pelo seu público ou algum outro elemento. O importante é criar esses elementos que vão te ajudar a ter uma identidade visual ainda mais coesa, que em todos os pontos de contato vão comunicar estrategicamente sua marca. 

Tipografia

Com ou sem serifa? Em caixa alta ou baixa? Se você já teve contato com Design sabe que essas são dúvidas normais de se ter ao definir diretrizes para tipografias de marca. Assim como as cores, esses detalhes são fundamentais ao passar uma mensagem. 

Geralmente, marcas possuem fontes primárias e secundárias. As primárias são, em regra, as tipografias escolhidas para os logotipos, e ficam mais conhecidas. Quem não reconhece as letras da Coca-Cola instantaneamente?  

Mas essas não são as únicas tipografias. Aquelas que chamamos de secundárias, ou de apoio, são as usadas em outras comunicações como para as postagens em redes sociais e campanhas de marketing. 

Você conseguiria imaginar uma postagem no Instagram da Coca-Cola escrita toda com a tipografia principal? Difícil, não é mesmo? Por isso eles usam algumas tipografias de apoio, como esta: 

coca cola branding

Slogan 

Não só de processos visuais vive uma marca e nós sabemos muito bem o poder das palavras. Várias marcas são lembradas imediatamente ao serem associadas aos seus slogans. “Amo muito tudo isso”, “Think different”, “Todo mundo usa”, “Just do it” são apenas alguns desses exemplos. 

Slogans geralmente são escolhidos para apoiarem a comunicação das marcas em momentos que apenas o seu logotipo não é suficiente. Em muitos momentos, também são utilizados como assinaturas de campanhas. 

Existem slogans que ficam associados a empresas por muito tempo. Outros, mudam durante o tempo para se adequar ao posicionamento de marca estratégico para o momento pelo qual a empresa passa. 

Tom e Voz

Tudo isso que trabalhamos até agora ajuda na construção de uma identidade forte para sua marca. No entanto, ainda falta um ponto essencial de como as marcas se comunicam: uma voz

Olhe novamente para os seus atributos de marca e observe sua persona. Como você pode passar esses aspectos da sua empresa de uma forma que sua persona, com os desafios e gostos que você já conhece, vai escutar?  

Se um atributo de sua marca é ser educadora, sua voz precisa ser didática e acessível. Agora, se sua marca é objetiva, sua linguagem não pode ser robusta e prolixa. Este quadro criado pela Coschedule, ajuda a entender como organizar sua voz:

brand voice

É importante olhar também para as diferenças entre tom e voz. Sua voz não muda, pois é intrinsecamente ligada a seus atributos de marca e a base da sua empresa.

Já o seu tom vai mudar sempre, visto que é a maneira que você adapta sua voz a diferente públicos e canais. 

Esse processo de fortalecimento de identidade precisa ecoar em todos os pontos da sua marca.

Seu feed no Instagram precisa gritar essa identidade, seu site precisa comunicar de forma efetiva e coerente, sua loja física tem que ter toques de decoração que são muito claramente perfeitos para sua marca.

Consistência é uma das partes mais difíceis de se gerir uma marca, mas traz resultados inigualáveis. 

Faça uma gestão de sua marca e stakeholders

Para uma marca como a sua, que agora já tem alguns elementos essenciais planejados e estruturados, o próximo passo é garantir que eles funcionem e sejam mantidos. 

Esse é, no entanto, um dos principais desafios da maioria das marcas, sejam elas grandes ou não. Dando uma olhada nesse mapa de stakeholders temos uma ideia macro de tudo a que uma marca precisa estar atenta. 

gestão de marca e branding

São muitas variáveis, pessoas e instituições envolvidas, mas todas de suma importância. Perder a atenção para qualquer uma delas pode ser fatal, principalmente no cenário competitivo que estamos vivendo. Como, então, ter o cuidado com cada um deles? 

O primeiro passo é mapeá-los. Não estamos falando só de ter esse mapa colado na parede, mas por na ponta do papel, ou do excel, cada um dos públicos no qual sua marca tenha contato, seja esse contato grande ou pequeno. 

Quais são seus tipos de clientes? Como são seus seguidores nas redes sociais? Quem são seus colaboradores? Mapear e entendê-los vai te ajudar a criar estratégias para que você atinja seus objetivos com cada um deles.

É importante lembrar que cada um interage com sua marca de maneiras muito distintas e, por isso, têm percepções distintas também. 

Imagine que você tem um produto incrível, todos seus clientes amam sua marca e têm somente experiências incríveis com ela.

Por outro lado, sua empresa pode ter pisado na bola algumas vezes em alguns processos seletivos e sua reputação como lugar para se trabalhar pode não ser das melhores. 

Você não pode ir para esse último público acreditando que as mesmas estratégias que você usa com clientes vai funcionar. É exatamente por isso que você precisa trabalhar todos os dias na manutenção da percepção dos stakeholders que envolvem o universo da sua marca.

Eles controlam sua reputação e o futuro da sua empresa. Gestão de marca também é a gestão da saúde econômica do seu negócio. 

Como você deve ter percebido, criar e manter uma boa estratégia de Branding é um passo extremamente importante para empresas que querem se tornar líderes de mercado. Por isso mesmo, não é um processo nada simples.

Ao pensarmos nas maiores empresas no cenário atual sabemos que cada uma delas chegou lá pois tinha uma proposta única, entregava experiências espetaculares e sabia comunicar isso. 

Essa é a grande diferença entre qualquer loja de calçados e a Nike, entre uma marca de bebidas e a Coca-Cola, entre plataformas de streaming e o Netflix.

Todos eles entregam produtos incríveis, mas é poder de suas marcas que as tornam imbatíveis e levam seus consumidores a comprarem cada vez mais delas e não de seus concorrentes. 

Certamente, a partir de agora, você tem as ferramentas para realizar um bom trabalho de Branding, transformar sua marca e conquistar ainda mais o mercado e seus clientes.

Instagram muda jeito de pedir conta verificada e libera funções de segurança

 

O Instagram anunciou, nesta terça-feira (28), três novas ferramentas para manter a rede social mais segura. Os usuários poderão solicitar o selo azul de conta verificada pelo menu do próprio app, acessar uma nova seção chamada “Sobre esta conta” e ver informações detalhadas sobre os perfils, e também aperfeiçoar a verificação em duas etapas para evitar que alguém acesse o app sem o dono saber.

O anúncio foi feito pelo cofundador e CTO do Instagram, Mike Krieger, em um comunicado no blog da plataforma. “As atualizações de hoje melhoram e deixam ainda mais eficazes as ferramentas já existentes no Instagram. Isso significa garantir que as pessoas que você segue e as contas com as quais interage são quem elas dizem ser e barrar os indivíduos mal-intencionados antes que causem quaisquer danos”, afirmou Krieger.

Conheça 4 programadoras que fizeram história

 

Para comemorar o Dia Internacional da Mulher, o Fórum Econômico Mundial destacou mulheres que fizeram história, na tecnologia e no mundo.

Para comemorar o Dia Internacional da Mulher, o Fórum Econômico Mundial destacou mulheres que fizeram história, na tecnologia e no mundo.

Algumas delas já são ícones culturais, como Grace Hopper, enquanto outras ganharam popularidade recentetemente, com adaptações cinematográficas como “O Jogo da Imitação” ou livros como “Os Inovadores”, de Walter Isaacson, que traça a história da atual revolução tecnológica.

Ada Lovelace

Filha do poeta britânico Lord Byron, Ada Lovelace cresceu famosa na Inglaterra vitoriana. Sua própria contribuição para o mundo foi em outra área: a matemática.

Lovelace trabalhou nas máquinas calculadoras de Charles Babbage, um dos pioneiros da computação programável digital, que a chamava de “encantadora dos números”.

Ela é considerada a fundadora da ciência da computação, assim como a primeira programadora do mundo.

Lovelace foi visionária também ao entender conceitos de programação que seriam provados muito depois, como a capacidade que máquinas têm para manipular símbolos e “não apenas números”, e por criar o primeiro algoritmo feito para ser processado por máquinas.

Leia: Por que todo profissional deve aprender programação?

Margaret Hamilton

“Quando eu comecei, ninguém sabia o que nós estávamos fazendo. Era como o Velho Oeste. Não havia cursos. Ninguém nos ensinou”, lembra Margaret Hamilton, que em 2016 foi condecorada com a Medalha Presidencial da Liberdade, a mais alta honraria civil americana.

Não é para menos. Hamilton foi diretora de engenheria de software do projeto responsável pelo código do Apollo Guide Computer, que guiou o voo da missão Apollo 11 e levou os primeiros homens à lua.

O projeto em si foi desenvolvido dentro do MIT Instrumentation Laboratory e começou do zero. O resultado foi o código para o primeiro computador portátil de história.

O peso da responsabilidade era grande. “Eu sempre imaginava as manchetes dos jornais [em caso de acidente], que apontariam para o que aconteceu e isso apontaria para mim.”

Ainda na ativa, Hamilton ajudou a criar o campo de engenharia de software, publicou mais de 130 papers e relatórios e tornou-se fundadora e CEO da própria empresa, a Hamilton Technologies.

Leia: Saiba como se tornar um programador em 8 passos

Grace Hopper

Uma figura muito querida da indústria, a almirante Grace Murray Hopper desenvolveu linguagens de programação acessíveis, que usavam palavras e não números para funcionar.

“O que eu buscava ao começar [a programar] em inglês era trazer todo um novo grupo de pessoas para usar o computador facilmente”, explicou.

Ela intuiu – corretamente – que, para ampliar o impacto dessa tecnologia, era preciso criar linguagens mais simples. Seus trabalhos levaram ao primeiro compilador para computadores à primeira linguagem que usava palavras e não números como comandos.

Uma das primeiras linguagens deste tipo, a COBOL (Common Business Orientated Language), foi popularizada por Hopper.

Hopper também foi a responsável por associar as palavras “bug” e “debug” a problemas de computadores depois de encontrar uma mariposa em uma máquina.

Nos anos 1980, em uma entrevista ao programa de televisão americano “60 Minutes”, ela falou sobre a dificuldade de aceitação que computadores enfrentaram no começo de sua carreira.

É um comentário que faz sentido ainda nos dias de hoje, quando o mundo se prepara para uma série de novas mudanças tecnológicas que terão efeitos sociais, econômicos e políticos.

“As pessoas tinham medo de computadores, assim como eu me lembro que havia pessoas que morriam de medo de telefones e não chegavam nem perto deles”, disse. “Havia pessoas que achavam que luz de gás era segura, mas luz elétrica não. Sempre passamos por isso com todas as mudanças.”

Joan Clarke

Colega e amiga próxima de Alan Turing, um dos maiores gênios da história da computação, Joan Clarke trabalhou com ele no departamento britânico responsável por quebrar códigos na Segunda Guerra Mundial.

Formada em matemática, ela fez parte da equipe que construiu alguns dos primeiros computadores do mundo, que tinham como objetivo desvendar as mensagens criptografadas pela famosa máquina Enigma, pertencente aos alemães.

Em 1939, Turing e sua equipe criaram uma máquina capaz de classificar milhares de combinações de letras rapidamente, o que permitiu que diversos códigos fossem revelados – e há quem estime que a guerra durou dois anos a menos graças a essa conquista.

A ideia de uma mulher criptoanalista era tão impensável na época que Clarke precisou ser contratada como linguista, já que não havia um processo para contratá-la de outra maneira, mesmo sem nenhum conhecimento sobre a profissão. Em um formulário da época, ela se divertiu ao preencher: “Profissão: linguista. Idiomas: nenhum”.

Em 1944, tornou-se vice-chefe da Hut 8, onde ficava a equipe de Turing durante a guerra. Três anos depois, ganhou honrarias do governo britânico e se tornou Membro da Ordem do Império Britânico.

As 12 melhores bibliotecas de gráficos para desenvolvedores web

 

Desenvolvedores web não se dão bem com planilhas, mas também não precisam mais: existem outras maneiras de representar dados

Muitos de vocês estão profundamente envolvidos em projetos de desenvolvimento web. Pensando nisso, Rohit Boggarapu, engenheiro de software na Adobe, escreve abaixo para compartilhar suas ferramentas gráficas de visualização de dados voltadas aos desenvolvedores web favoritas.

É um ponto de atenção. A diferença entre os dados e nossa interpretação deles pode ser gigantesca, sobretudo quando expostos em formatos ininteligíveis dentro de planilhas – talvez o pior modelo de todos.

Desenvolvedores web não se dão bem com planilhas, mas também não precisam mais: existem outras maneiras de representar dados, e Boggarapu oferece dicas, atalhos e conselhos para escolher a melhor para você.

Google Charts

A imensa biblioteca de informações disponíveis no Google Charts é um extraordinárioponto de partida para os que pretendem iniciar uma representação gráfica usando o JavaScript. Ali, você encontrará um grande número de códigos comentados, além de instruções passo a passo, que serão úteis na inclusão de gráficos HTML5/SVG em suas páginas da web.

Se você procura avançado nível de personalização e mais gráficos do que o native 18 do Google, abaixo veremos opções melhores e com maior variedade de recursos.

Ideal para: Desenvolvedores que buscam soluções flexíveis e bem documentadas.

MetricsGraphics

A MetricsGraphics é uma biblioteca gráfica desenvolvida em D3.js, mas otimizada para visualização e apresentação de dados de uma série temporal. Embora limitada a gráficos de linha, de dispersão, de colunas, histogramas e tabela, a ferramenta é excelente para as funções descritas.

Similar ao Google Charts, o Metrics Graphics – que é um produto Mozilla – apresenta uma vasta gama de documentos e exemplos de códigos no site. O que torna fácil a compreensão dos iniciantes.

Embora seja uma solução simplificada, o aprendizado ganha fluidez graças aos divertidosexemplos interativos (observação de ovinis??).

Ideal para: Desenvolvedores que buscam uma solução rápida e eficiente sem a necessidade de percorrer um emaranhado de códigos para tal.

FusionCharts

A FusionCharts suporta vanilla JavaScript, jQuery, Angular e outras bibliotecas conhecidas. Os mais de 90 gráficos e 1000 mapas o transformam em uma solução muito mais completa que o Google Charts ou o MetricsGraphics. Veja asespecificações técnicas e conheça a lista completa das representações gráficas disponíveis.

Levando em conta a escalabilidade de seu aplicativo ou site, é importante lembrar que a escolha de uma biblioteca gráfica incompleta pode representar um erro grave. O FusionCharts é utilizado por empresas como a Microsoft, Google e IBM. O que o torna uma ferramenta escalável mesmo para os requisitos corporativos.

Ideal para: Desenvolvedores que precisam de grande variedade de gráficos customizados.

Leia: Como montar um portfólio de desenvolvedor e apresentar meu trabalho?

Epoch

O Epoch é uma ferramenta desenvolvida em d3.js especificamente. Por isso, desenvolvedores podem usar gráficos em tempo real em seus projetos de aplicativos e sites. Além de amplamente documentado, o Epoch é de código aberto e 100% gratuito. Isso o torna uma boa opção aos que não estão dispostos a investir recursos na aquisição de uma solução.

Com cinco diferentes tipos de gráficos – seja básico ou de tempo real – o Epoch é compatível com ferramentas como o FusionCharts ou o Highcharts. No entanto, é o que apresenta melhor desempenho na representação de dados em tempo real.

Ideal para: Gráficos simples e flexíveis.

ECharts

O ECharts, da Baidu, é uma excelente ferramenta de gestão de dados já expostos a representações gráficas, pois apresenta uma característica única: O Drag-Recalculate permite que os usuários transfiram seções de dados de um gráfico para outro e que esses mesmos gráficos sejam recalculados em tempo real. Além disso, o EChart é desenvolvido para big data e pode traçar instantaneamente até 200.000 pontos em um gráfico cartesiano usando oZRender, uma biblioteca canvas feita especificamente para ECharts.

Brinque com o código do gráfico exposto acima e descubra do que o ECharts é capaz.

Ideal para: Código aberto, gestão de dados em tempo real através da ferramenta de recálculo.

D3.js

Embora não seja a ferramenta mais fácil de ser usada, não há como negar o poder do d3.js no desenvolvimento de gráficos em JavaScript. Muitas outras bibliotecas se desenvolvem porque apresentam todas as funcionalidades esperadas desse tipo de ferramenta: suporte HTML, SVG e CSS e, contanto que os gráficos não estejam desatualizados, incluem ainda uma enorme quantidade de contribuições criadas pelo usuário.

É válido pesquisar a respeito deste curso de visualização de dados e d3.js, pois, dada a complexidade de compreensão do D3.js, é preciso contar com uma sólida base de conceitos como essa.

Ideal para: Especialistas em gráficosque não se intimidem com as dificuldades de codificar.

Sigma

O Sigma, comparado a outras ferramentas já expostas, é um recurso mais segmentado, pois se dedica exclusivamente ao desenho de gráficos. É desenvolvido em Canvas, WebGL e apresenta API pública. Por isso, dispõe de uma grande variedade de plugins disponibilizados pela comunidade no GitHub. Este é um exemplo do que se pode fazer com o Sigma js:

O Sigma é altamente responsivo, permite interatividade por meio de toque e possibilita que os desenvolvedores adicionem suas próprias funções aos scripts, renderizando contornos às especificações.

Ideal para: Desenvolvedores que demandam uma ferramenta poderosa de desenho gráfico.

Leia: O que é data storytelling e como utilizá-la nos negócios

Highcharts

O popular Highcharts cria gráficos interativos sem que haja dependência de plugins. A API de gráficos flexíveis da Highcharts é utilizada por empresas como a Nokia, Twitter, Visa e Facebook.

O Highcharts é gratuito quando o uso não é comercial. No entanto, se houver pretensão de ganhar dinheiro com a ferramenta (e obter suporte enquanto o faz), é necessário pagar US$ 590 pela licença de desenvolvedor.

Veja um exemplo de gráfico desenvolvido no Highcharts:

Se tiver interesse em aprender mais a respeito do Highcharts, acesse este interessante tutorial.

Ideal para: Desenvolvedores que tenham a intenção de criar gráficos contando com o auxílio de um suporte técnico que, tal qual o produto, apresenta alto padrão de qualidade. Independentemente do nível de complexidade.

dc.js

dc.js é uma biblioteca Javascript de código aberto, ideal para a criação de representações gráficas interativas. Nesse tipo de gráfico interativo, qualquer alteração permite que todo o resto da ferramenta reaja de acordo com a manipulação feita em um dado específico. Segue exemplo:

Com exceção de alguns cursos online, a biblioteca é ensinada aos alunos exclusivamente por esse modelo. Assim, usando esse documento como base, é possível criar sua própria versão.

O dc.js não cria gráficos tão variados como algumas das ferramentas dessa lista (ECharts ou Google Charts), mas cumpre muito bem a função de explorar conjuntos de dados multidimensionais.

Ideal para: Desenvolvedores em busca de um painel de gráficos relacionais para um determinado projeto.

dygraphs

O dygraphs, originalmente desenvolvido pelo Google e hoje disponível no Google Correlate é uma verdadeira joia das ferramentas de criação de representações gráficas. Pode ser usado em projetos intensos, pois tem a capacidade única de traçar milhões de pontos de dados sem perder a velocidade – o que acaba tornando seu design (digamos, despojado) uma falha absolutamente tolerável.

O Dygraphs é ativamente apoiado e desenvolvido pela comunidade. Foi isso que transformou uma ferramenta interna do Google em um recurso público e amplamente utilizado. A fonte está aberta para exibição no GitHub.

Ideal para: Desenvolvedores que procuram uma ferramenta dedicada a traçar grandes conjuntos de dados.

Vega

A Vega é uma biblioteca baseada em d3.js para criar, compartilhar e salvar projetos de visualização. É composta de ferramentas e sistemas que, dentre outras coisas, rivalizam com o d3 sem a necessidade de escrever códigos. A Vega traduz JSON em gráficos SVG ou HTML5 que – embora nada extravagante – cumpre bem sua função.

Já que essabiblioteca não demanda programação (apenas a capacidade de editar valores em um arquivo JSON), trata-se de uma excelente alternativa ao d3, pois apresenta menor complexidade e os mesmo recursos.

Ideal para: Desenvolvedores que demandam a capacidade do d3 sem a complexidade de aprender tudo do zero.

Leia: Tutorial para iniciantes em Git e GitHub: faça seu primeiro commit

NVD3

A última ferramenta nesta lista é desenvolvida em d3, que é o precursor da maioria das bibliotecas gráficas de código aberto. O NVD3 é um conjunto de componentes que permite aos desenvolvedores a criação de gráficos reutilizáveis. Uma grande variedade de modelos e códigos pode ser explorada nosite do NVD3. Essa é, sem dúvida, a melhor maneira de desenvolver conhecimento a respeito da ferramenta.

Como você pode ver, o estilo do NVD3 é um pouco mais refinado do que o de outras ferramentas:

Além de suportar 11 tipos de gráficos (incluindo área, linha, barra, pizza, dispersão), é compatível com todos os navegadores modernos, do IE10 em diante.

Ideal para: Desenvolvedores com conhecimento em d3 que procurem gráficos reutilizáveis.

Se você está procurando por mais informações sobre as ferramentas de representação gráfica são as mais adequadas para o seu projeto, confira este esclarecedor quadro técnico comparativo (em inglês).

Embora essa lista seja voltada para desenvolvedores web, algumas das ferramentas aqui são tão fáceis de usar que você nem precisa ser um desenvolvedor para começar a trabalhar com elas.

Com a gama de exemplos interativos disponíveis online personalizar códigos, ficou fácil até para quem está apenas começando no desenvolvimento web.

_Artigo originalmente publicado no_ blog americano da Udacity

Bem-vindo ao editor Gutenberg

 

Sobre montanhas e primeiras impressões

O objetivo deste novo editor é tornar a inclusão de conteúdo rico no WordPress simples e agradável. Este post é todo composto de pedaços de conteúdo — algo parecido com os blocos LEGO — que você pode movimentar e com eles, interagir. Movimente o cursor pela tela e você vai notar que os vários blocos são ressaltados por linhas e setas. Clique nas setas para reposicionar os blocos rapidamente, sem o medo de perder alguma coisa no processo de copiar e colar.

O que você está lendo agora é um bloco de texto, o bloco mais básico de todos. O bloco de texto tem seus próprios controles para que seja movimentado livremente pelo post…

…como este aqui, que é alinhado à direita.

Os títulos também são blocos separados, o que ajuda no esboço e organização do seu conteúdo.

Uma imagem vale por mil palavras

Lidar com imagens e mídias com todo o cuidado é um dos focos básicos do novo editor. Esperamos que você ache bem mais fácil do que antes a maneira de adicionar legendas ou exibir as imagens em tela cheia.

Beautiful landscape
Se o seu tema permitir, você verá um botão “largo” na barra de ferramentas da imagem. Experimente.

Tente selecionar e remover ou editar a legenda. Agora você não precisa se preocupar com selecionar por engano a imagem ou outro texto e com isso estragar a apresentação.

A ferramenta de adição

Imagine tudo o que o WordPress pode fazer, está disponível para você rapidamente e no mesmo lugar na interface. Sem necessidade de lembrar sobre tags de HTML, classes ou lembrar da sintaxe complicada de shortcodes. Esse é o espírito por trás do adicionador, o botão (+) que você verá pelo editor, que permite navegar em todos os blocos de conteúdo disponíveis e adicioná-los ao seu post. Plugins e temas são capazes de registrar os seus próprios, abrindo todo o tipo de possibilidades para edição e publicação.

Experimente, você pode descobrir coisas que o WordPress já é capaz de adicionar nos seus posts e que você nem sabia. Aqui vai uma lista do que você já pode encontrar:

  • Textos & títulos
  • Imagens & vídeos
  • Galerias
  • Incorporados, como YouTube, Tweets ou outros posts do WordPress.
  • Blocos de layout, botões de curtir, imagens em destaque, separadores etc.
  • E listas como esta aqui, é claro 🙂

Edição visual

Uma enorme vantagem dos blocos é que você consegue editá-los no lugar e manipular o conteúdo deles diretamente. Em vez de ter campos para editar, por exemplo, o código de uma citação ou o texto de um botão, você pode alterar o conteúdo diretamente. Experimente editar a seguinte citação:

O editor se propõe a criar uma nova experiência de construção de posts e páginas, facilitando a criação conteúdos mais elaborados. Ele tem “blocos” para facilitar aquilo que atualmente envolveria shortcodes, HTML personalizados ou uma confusão de elementos incorporados.

Matt Mullenweg, 2017

A informação que corresponde à origem da citação é um campo separado, similar às legendas sob as imagens, de forma que a estrutura da citação esteja sempre certa, mesmo que você selecione, modifique ou remova essa origem. Também fica fácil adicioná-la de volta.

Os blocos podem ser qualquer coisa que você precisar. Por exemplo, você pode querer adicionar uma citação tímida como parte da composição do texto, ou talvez prefira exibir uma em estilo gigante. Todas essas opções estão disponíveis no adicionador.

Você pode mudar a quantidade de colunas em suas galerias mexendo no controle deslizante do inspetor de bloco da barra lateral.

Rico em mídia

Se você combinar os novos alinhamentos largura ampla e largura total com galerias, você pode criar uma boa apresentação visual muito rapidamente:

A acessibilidade é importante — não se esqueça dos atributos alt de imagem

É claro que uma imagem ocupando a largura total pode ficar muito grande. Mas às vezes a imagem vale a pena.

A galeria acima tem somente duas imagens. É uma maneira mais fácil de ter um visual atraente, sem ter que lidar com floats, um código CSS que pode ser bem complicado. Você também pode facilmente converter a galeria de volta a imagens individuais, usando o botão de transformação de blocos.

Qualquer bloco pode usar estes alinhamentos, até o bloco de mídias incorporadas, que já é responsivo por padrão:

Você consegue montar o bloco que quiser, estático ou dinâmico, decorativo ou simples. Aqui vai um bloco com citação em destaque:

Código é poesia

A comunidade WordPress

Se você quiser saber mais sobre como criar blocos adicionais ou se estiver interessado em ajudar no projeto, acesse o repositório do GitHub.


Obrigado por testar o Gutenberg!

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